Para entender a vida
não-vida
parece batido
parece banal
poucos abrem as carnes
e não as comem
e menos ainda
o fazem com desgosto e curiosidade
sem saber escolher qual lhe quer mais.
chorando formol e rindo com os dentes dos outros
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
23 de Agosto
E triste,
em seu choro desflorador
parecia as palavras que
- até então - não pareciam suas. Foi soltando como barro os punhados de amor putrefato que se acumulava nos rins e eu via a janela do computador refletida em sua pele mal querida
E linda,
era tão sua que parecia um poema.
Um poema em prosa.
24 de Agosto
A tristeza das minhas alegrias
é matéria bruta
é matéria prima
é o que move e o que mata a minha rima-poesia
E triste,
em seu choro desflorador
parecia as palavras que
- até então - não pareciam suas. Foi soltando como barro os punhados de amor putrefato que se acumulava nos rins e eu via a janela do computador refletida em sua pele mal querida
E linda,
era tão sua que parecia um poema.
Um poema em prosa.
24 de Agosto
A tristeza das minhas alegrias
é matéria bruta
é matéria prima
é o que move e o que mata a minha rima-poesia
sábado, 7 de agosto de 2010
poema ideal (a princípio)
Quero ver se me arranhavas-me
Sim, sinto as mordidas contra o vento
(a lógica não merece elogiosé óbvia, reta, enfadonha)
Desvarios-diamantes, brilhos
olhos ofuscantes
não aguentaria
encarar a verdade
as sinuosas intenções por trás dos gestos
por trás do vidro
que me fita sem dizer palavra ou alma
mas que adivinho
(cândido masoquista)
da forma mais convenientemente errada possível
deixo o sono me trazer de volta ao mundo
que sonho que sinto que sou
do qual eu saio pra atuar em carne
até que exausto
ganho direito a passagem
volta as brumas
em minha casa
estou
rest ou
restou
ou...
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