Quero ver se me arranhavas-me
Sim, sinto as mordidas contra o vento
(a lógica não merece elogiosé óbvia, reta, enfadonha)
Desvarios-diamantes, brilhos
olhos ofuscantes
não aguentaria
encarar a verdade
as sinuosas intenções por trás dos gestos
por trás do vidro
que me fita sem dizer palavra ou alma
mas que adivinho
(cândido masoquista)
da forma mais convenientemente errada possível
deixo o sono me trazer de volta ao mundo
que sonho que sinto que sou
do qual eu saio pra atuar em carne
até que exausto
ganho direito a passagem
volta as brumas
em minha casa
estou
rest ou
restou
ou...
4 comentários:
meu sol azul... lalala
hauahuahuahua!!! peraí que tem mais um pouquinho de huahuahauha!!! ("hauhauhau" é pro comentário do marcos... pro seu poema é "uau!")
Belissimo.
e só para maior deleito de nossa irmã Carolina " sabe que te amo-te"
rs
amo.
Postar um comentário