quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

de repente

Quem foi que ti disse
Que era tão simples?
Falar que me amavar
Fugir sem perdão.

De onde partia
A estrada infinita,
Morada das curvas
por onde há razão?

Pra que essa raiva?
De onde esse mando?
Pra que o teatro?
Ser crú é tão bom!

Queria dizer-te,
Queria calar-te,
Mas lágrias ridas
São contradição.

Se soubesse amar-me
As bodas de outrora
Deixaria o azedo,
Cuspiria seu medo,
Viveria mais cedo,
Chegaria de não.

5 comentários:

ana f. disse...

tô musicando...


depois te mostro...

ana f. disse...

neste ano haverá a grande estreia da amora de pé!

marcos assis disse...

tô curioso pra caramba pra ouvir a música... a ana me disse que já terminou!

gzocrato disse...

e eu, então!

Carolina Arantes disse...

sei do meu atraso, querido. Mas estou tão ansiosa como todos e muito tocada com a beleza dos seus versos. Belíssimo.=]